Em Noite de apoio a Jarbas, deputado André de Paula representa PE

Na noite de ontem no auditório do JCPM, o deputado federal André de Paula (PSD) participou de um grande ato de desagravo ao deputado federal Jarbas Vasconcelos. Naquela sala lotada com mais de 300 pessoas, André teve a honra de ser convidado para falar em nome da bancada federal de Pernambuco. “Não é difícil homenagear a trajetória rica de um homem público, reto, honrado, competente e coerente igual a Jarbas Vasconcelos: uma das minhas referências na vida pública”, disse André. “A sua trajetória é motivo de inspiração para qualquer político que se disponha a fazer política com correção, dignidade e altivez. Renovo aqui a minha solidariedade a Jarbas e ao PMDB de Pernambuco, sem deixar de ressaltar que só quem não conhece a coragem, a bravura e a história de Jarbas, pode acreditar ser possível calar a voz dele, que é a grande referência política do PMDB”, acrescentou o deputado

Fotos: Renato Moreira/Assessoria

Opinião – Bandas, Fanfarras ou Marching Show Bands: tudo junto e misturado

Foi tudo o que vimos no dia sete de setembro. Algumas delas bem comportadas, seguindo o padrão (como manda e pede o momento); outras criativas, porém sem muita novidade; e algumas delas ousadas até demais. Afinal, existe um padrão estabelecido para esse tipo de show/espetáculo.

Partindo do princípio que norteia alguns regulamentos de concursos e que servem de espelho para alguns regentes, podemos avaliar o que foi visto e apresentado sob três aspectos importantes: o que se ouve (música); o que é visto (visual) e o que faz (o efeito do que foi visto e ouvido).

Antes de entrar no mérito da questão, vamos entender a diferença de cada categoria:
Fanfarra Simples – tem instrumentos da família da percussão (caixa, bumbos, pratos, tímpanos, xilofone, vibrafone, etc.) e instrumentos da família dos metais, mas sem nenhum pisto (botão para apertar): cornetas, trombones, bombardinos, trompas, tubas, etc.

Por não possuírem botões, esses instrumentos tocam duas ou três notas musicais, exigindo que existam na corporação vários instrumentos para, em conjunto, produzirem o som de um instrumento completo e com os devidos pistos.
Fanfarra com um Pisto – tem instrumentos da família da percussão e instrumentos da família dos metais, mas com um pisto (um botão para apertar). Nesse caso, os instrumentos alcançam mais algumas notas.
Banda Marcial – tem instrumentos da família da percussão e instrumentos da família dos metais, já completos e com todos os recursos convencionais (os pistões) para alcançar todas as notas.

Banda Musical – tem instrumentos da família da percussão, instrumentos da família dos metais, completos e com todos os recursos convencionais, e instrumentos da família das madeiras: flautas, clarinetes, saxofones, etc.
Agora sim, vamos poder entender e mergulhar nesse universo fantástico de musicalidade.

Música: será que a qualidade do desempenho musical apresentado pelos artistas seguiram alguns critérios, dentre outros: técnica, arte, qualidade de som, afinação, interpretação, expressão, uniformidade, resistência, transparência, clareza, o equilíbrio e a mistura de articulação, dinâmica, fraseado, pulso, sentimento, estilo, precisão, controle de tempo e padrões rítmicos, fases de áudio e alinhamento vertical dos padrões rítmicos?
Visual: foram observadas a interpretação, uniformidade, formas, movimento de proficiência, instalação e alinhamento, incluindo o elemento de integração, sincronismo, continuidade, coordenação, mistura, fluxo, apoio, demanda, equilíbrio, coesão, transparência, clareza, postura, apresentação, adequação espacial, consciência, controle do movimento, impulso, manipulação de equipamentos e intensidade.

O que foi visto e ouvido: o desempenho dos artistas que criaram efeitos levando em consideração: profissionalismo, carisma, virtuosismo, criatividade, contorno emocional, sensibilidade, fluidez, mistura, continuidade, espírito, intensidade, foco, comunicação entre os membros e engajamento da audiência. Em suma: “Eu vejo o que eu ouço”?
Com base nesses argumentos, o que vimos foi um verdadeiro espetáculo com musicalidade com vários ritmos brasileiros, estrangeiros e outros sem definição. Alguns com certa coerência e afinação. Já outros remetiam às baladas sertanejas, “calypsianas”, brejeiras, forrozeiras, mas que no final agradou a gregos e troianos. Tivemos alguns méritos por parte de regentes que extraíram leite de pedra e merecem um registro pela sua dedicação e abnegação ao seu trabalho — refiro-me ao maestro Toinho. Seu trabalho e zelo em defesa da preservação das bandas marciais em Bezerros e cidades vizinhas é uma marca registrada de sua personalidade. Nesse sentido, observo o trabalho de Robson e outros na linha de defesa. Já na questão de inovar e ousar, o maestro Cláudio surge como promissor neste campo. Muitas vezes criticado e mal compreendido. Eu sou um fã e aprecio o seu trabalho. Vejo nele um futuro promissor. Como dica, sugiro um curso de música com especialização em regência voltada para Marching show bands (essa é a sua praia e você vai ousar e abusar nessa área quando alçar voos). Todos estão de parabéns porque um desfile cívico sem banda marcial (música) é a mesma coisa que um autêntico bloco de carnaval de rua sem orquestra.
As comissões ou as linhas de frente apresentadas no desfile tiveram algum papel dentro do contexto? Para ser sincero, muito pouco. Muitas delas perdidas dentro da proposta da escola. Sem muita criatividade, clareza nas evoluções coreográficas, em relação ao corpo musical. No aspecto visual, senti falta de sintonia dos acessórios utilizados pelos grupos, com pouca integração com o grupo musical e os movimentos corporais. A falta de sincronia, alinhamento e erros de movimentos foram alguns dos pontos cruciais praticados pelos grupos. Observei que muitos dos integrantes nem sabiam a finalidade do movimento para expressar o sentimento que a música estava tentando passar em relação a sua expressão, completamente perdidos. Poucos tiveram a preocupação com a plasticidade, garbo, ritmo e a sequência coreográfica. Mas uma coisa não posso negar e tiro o chapéu para todos: a vontade de dançar e defender a sua escola foi um fator marcante e de orgulho para todos que estiveram presentes neste dia.

Mor e Baliza, afinal qual o seu papel neste contexto? A função do Mor é orientar os músicos desde os momentos que antecedem o início da apresentação, instigando, mostrando autoridade e principalmente os assegurando que é capacitado à função que está responsável. Para isso é necessário um contato direto com o conjunto musical, participando dos ensaios de marcha e tomando como função o comando de Ordem Unida (comandos esses muito próximos ao que se usa no exército). Afinal, será que os “Mor” que se apresentaram no sete de setembro têm conhecimento dessa sua importância para o grupo musical? Alguns até têm, devido ao seu longo tempo à frente de algumas bandas, porém sem dar muito valor, e outros nem sabem por que estão ali. O que vi foram muitos deles fazendo o papel de membro da comissão de frente e esquecendo de sua função. Mor é Mor e não bailarino ou dançarino de comissão.
Já uma baliza hoje é alguém que consegue ser ao mesmo tempo, uma “atriz” completa com elementos de dança, ginástica, habilidades com aparelhos e expressão corporal. Ela executa sequências que, pela habilidade e expressividade, levam o público quase ao delírio. Será que vimos alguma baliza com essa propriedade? Pelo pouco que vi, não. Será que são repassadas essas informações para elas sobre o seu papel dentro deste contexto? Fica aqui a minha dúvida. Porém, com conhecimento ou não da sua importância no grupo, elas apareceram e fizeram bonito, seja ela do Cereq, Municipal, Erem, Cemaic ou Sapucarana, que foram algumas que tive o prazer de ver dançando e mostrando o seu trabalho. Parabéns a todas. Mas fica aqui uma dica: se desprendam das comissões de frente e busquem apresentar o seu papel e variedades de movimentos com os elementos da dança, ginástica e habilidades com aparelhos de expressão corporal.

Qual a sua importância dos carteis e das bandeiras nesse contexto? No caso do cartel, ele tem a função de para apresentar o nome do grupo musical, uma identidade visual, que pode ser mostrada de diversos formatos e confecção. Já as bandeiras representam a identidade de cada nação e seus estados. O que mais me impressionou foi a posição errada de algumas delas sem obedecer a ordem de precedência.
E assim finalizo este capítulo, parabenizando todas as bandas, fanfarras e afins que tiveram a sensibilidade de presentear a todos os presentes com o que de melhor cada uma sabe fazer – o amor à Pátria, tocando e dançando para comemorar a independência do Brasil com criatividade, inovação e muita arte.

Por Carlos Marques
Jornalista e coreógrafo

Vereador de Bezerros diz que vai dar título de cidadão ao goleiro do Sport

O vereador de Bezerros, Luciano Ferreira, postou em seu perfil na rede social facebook que vai homenagear o goleiro do Sport Club Recife com o título decidadão bezerrense. A novidade pegou de surpresa muita gente e gerou vários comentários sobre o assunto

Em sua postagem, Luciano não justifica o motivo de conceder a honraria ao atleta, apenas diz que será no mês de dezembro. Outro fato que chama a atenção é de que não se tem notícias da passagem do goleiro por Bezerros ou até mesmo de algo feito por ele para a cidade.

Política: Marcone Borba se articula com lideranças de cidades vizinhas

Breno Borba vice prefeito tem acompanhado as articulações, e incentivado o pai para buscar apoio em outras cidades.

O médico e ex-prefeito Marcone Borba, já tem se encontrado discretamente com lideranças políticas das cidades vizinhas, para tratar de sua candidatura a deputado federal. Borba já tem recebido apoios de líderes das cidades de Gravatá, Caruaru, Camocim de São Félix, Bonito e Sairé. Tudo isso tem sido acompanhado de perto pelo filho do médico, o vice prefeito Breno Borba.

Em sua trajetória política, é a primeira vez que Marcone, se lança pré-candidato ao cargo Federal. A população através das redes sociais já vem sinalizando como positivo o nome do médico, ao seu retorno a política.  Apesar que Borba nunca esteve distante das articulações. Marcone detém grande proximidade com o Deputado Waldemar Borges (PSB), que é com quem deve fazer dobradinha em algumas cidades a exemplo de Bezerros. Na cidade que é naturalizado nenhuma liderança política expressiva lançou-se candidato até agora para o cargo de deputado estadual.

Dr Clóves Corrêa afirmou que concorda com chapa credenciada por Caca

Foto: Site Bezerros Hoje

O juiz aposentado Dr Clóvis Corrêa considerou sábia a costura política afirmada por Caca (presidente da Câmara), sobre as eleições do próximo ano. Para Corrêa a visão é a mais coerente para a cidade de Bezerros. “Se Branquinho e Marcone se unir a cidade tem reais chances de eleger um deputado estadual e outro federal, eu sou uma pessoa conciliadora e apoio também essa chapa”, afirmou.

As especulações ganharam força, após a entrevista concedida por Caca no programa Conversa Afiada da 104 FM, ele afirmou que não ver quadro melhor para a cidade, se juntos estiverem a população entenderá a importância de eleger bezerrenses, mesmo sem considerar os trabalhos prestados pelos deputados Waldemar e Danilo. Mas o cenário de votar em dois bezerrenses é diferente, afirmou Caca.

Dr Clóvis tem sido importante no processo de reabertura da emissora Bezerros FM, fechada em fevereiro desse ano. Para ele, o processo de funcionamento é difícil mas não é impossível. Sobre participar de processo eleitoral ele praticamente descarta, e se diz feliz se a união dos nomes Branquinho e Marcone permanecer, afirmando que participará ativamente para que se reeleja ambos.

Branquinho deputado Estadual e Marcone Deputado Federal se depender do presidente da Câmara

Para o bem da política de Bezerros, era a oportunidade de Bezerros eleger dois deputados filho da terra, disse Caca.

O vereador Caca (PSD) presidente da Câmara de vereadores participou do Programa Conversa Afiada que vai ao ar aos sábados nas ondas da 104 FM. O programa tem a participação dos principais veículos de comunicação da Cidade: Fala Rinaldo, Bezerros 24hs, Bezerros Agora, ADP Produções e a 104 FM. Durante uma hora Caca conversou sobre as dificuldade em administrar na atualidade, lembrou da crise política e das dificuldades encontradas na hora de pedir voto para eleição que acontece no próximo ano: “diante dessas crises em Brasília, pela falta de moral e ética, será complicado ir as ruas pedir voto”, disse o presidente da Câmara. Caca relatou que se depender de sua vontade e seu apoio o prefeito Branquinho deveria ir as eleições como candidato a deputado estadual e fazer dobradinha com Marcone que já anunciou ser candidato a deputado Federal. “Mesmo diante das dificuldades, são os nomes mais preparados, eu não irei a disputa, e só vejo o nome dos dois com reais chances de serem eleitos, era o momento ideal para política de Bezerros.

Perguntado sobre as eleições municipais, Caca ressaltou que disputará as eleições. E que tem pretenções de ir a disputa como candidato a prefeito, mas não exitou que pode manter na reeleição como vereador. O vereador falou da unidade e da importância do papel do vereador no município, e lembrou que as sessões acontece nas segundas-feiras a partir das 16 horas. O Programa Conversar Afiada foi acompanhado pelos internautas também, é uma das inovações da emissora, para o programa que vai ao ar aos sábados de 11 horas.