O Sabadão – As praias do Brasil ensolaradas e infectadas

Por Sérgio Leão

Após a irresponsável liberação de bares e restaurantes pelas autoridades sanitárias deste país, agora são as praias do brasil que recebem milhões de banhistas e farristas todos os finais de semanas e feriadões, causando um verdadeiro reboliço diante da inércia mental das autoridades que comandam as decisões que são tomadas de forma totalmente sem lógica, sob o pretexto de que as pessoas terão que obedecer os protocolos do Ministério da Saúde, que nem ministro tem. Ora, quem será que tem tantas caraminholas na cabeça, a ponto de achar que uma população como a nossa vai seguir regras nem protocolos? O povo brasileiro já é conhecido mundialmente como um povo que idolatra e segue os piores ladrões do planeta Terra, além de se conformarem com migalhas e viverem sob a batuta do analfabetismo, sendo assim de fácil controle por parte dos canalhas que tangem boiadas com milhões de reses de duas pernas que se comportam como muares, mesmo falando ao invés de zurrarem.

A invasão ilimitada das lindas e ensolarada praias do Brasil, desde que liberaram a população, é um caminho perfeito para uma infecção em massa das pessoas em situação de vulnerabilidade, mesmo os que estão em suas casas , mas veem seus filhos , saírem para os locais com aglomerações imensas, como no litoral  tupiniquim, e voltarem pra casa bêbados ou simplesmente infectados pelo coronavirus,  mesmo sem apresentarem sintomas, os famosos assintomáticos que estão sendo responsáveis pela transmissão da morte, para os pobres inocente idosos e doentes, que ficam em casa mas nem imaginam que os seus entes queridos trarão a morte para eles sem remorso. Fora esta tenebrosa situação de desamor por parte dos farristas e banhistas, ainda estão sendo deixadas toneladas de lixo na orla brasileira o que certamente causará também a morte de milhares de vidas marinhas. Entrementes isto pudesse ser revertido, entretanto ninguém em sã consciência pode achar que a caterva brasileira vai mudar, a não ser quando chegar a hora de cada um dos nossos banhistas que transformaram as lindas praias ensolaradas em um verdadeiro ponto de infecção e morte para os que ainda estão seguindo as regras da quarentena!

Caruaru sente a terra tremer mais uma vez

Mais tremores de terra foram registrados em Caruaru, no Agreste pernambucano. Segundo informações do Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (LabSis/UFRN), o primeiro deles ocorreu na noite dessa terça-feira (8), por volta das 23h18 e teve magnitude de 2.0 na escala Richter.
O segundo ocorreu na madrugada desta quarta-feira (9) às 0h09 e teve magnitude preliminar de 1.8. Ainda segundo o LabSis, ocorreu um terceiro abalo durante a madrugada, às 02h10, também com magnitude de 1.8.

Ao todo foram nove tremores, sendo os mais fortes citados com magnitude acima de 1.5 na escala Richter. Os eventos foram registrados por diversas estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) operadas pela UFRN.

De acordo com o laboratório, não há como saber como a atual atividade sísmica vai evoluir. O geofísico Eduardo Menezes informou que a Defesa Civil foi informada e o órgão realizará uma visita de campo nas áreas mais atingidas pelos abalos sísmicos.

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TSE define conduta e regras sanitárias para o dia da eleição

O TSE definiu nesta terça-feira (09), as regras de condutas sanitárias na prevenção do novo coronavírus. Dentre elas está a não obrigatoriedade de realizar a biometria na hora de votar, manter o distanciamento também está valendo como usar máscaras e álcool em gel.

Acompanhantes não serão permitidos e idosos terão uma fila exclusiva. O TSE vai divulgar uma cartilha com condutas para o eleitor e os seguintes dizeres com o passo a passo:

“Entre na seção eleitoral e fique na frente da mesa;
Mostre seu documento oficial com foto em direção ao mesário;
Após o mesário ler em voz alta o seu nome, confirme que é você;
Guarde o documento;
Limpe as mãos com álcool em gel;
Assine o caderno de votação;
Se precisar do comprovante de votação, solicite ao mesário;
Quando a urna for liberada, dirija-se à cabine de votação;
Digite os números dos candidatos;
Na saída, limpe as mãos com o álcool em gel novamente”.

O Sabadão – Corrupção, reformas e pandemia, tudo na conta dos trabalhadores

Por Sérgio Leão

Nós brasileiros, já estamos tão habituados com a nossa carência de quase tudo que os seres humanos precisam para serem pelo menos dignos da vida, que nem nos damos conta que somos alienados ao nada e a cada dia vamos nos vendo com menos opções para conseguirmos o básico e se Deus nos conceder vida longa fatalmente seremos os mendigos do amanhã, neste país onde se rouba tudo do povo e ao povo nada. Desde o descobrimento que o Brasil foi tendo suas riquezas surrupiadas e nossos colonizadores foram maioria composta de almas imundas portadores de todas as mazelas que fazem uma nação sofrer. A corrupção tornou-se habitual dentro dos três poderes e até entre o próprio povo, com a diferença que meia dúzia come manjar e o resto nem come direito, pois os ganhos da maioria são tão insignificantes que mal dá para alimentação básica o que faz com que milhões de brasileiros adoeçam e nem um leito tenham para pelo menos morrerem agasalhados e dignamente.

Com a chegada da pandemia COVID 19 a população carente está sendo punida de forma cruel com  milhões de trabalhadores perdendo seus empregos e em muitos casos não conseguem a esmola emergencial, vendo-se assim, da noite para o dia, em um dilema sem solução, dependendo da solidariedade de poucos que  não dura muito tempo e o caminho da fome chega de forma avassaladora; ao mesmo tempo autoridades nojentas se fartam com os milhões de reais destinados ao combate a doença, desviando, falsificando e roubando tudo que podem, em detrimento das vidas humanas que são ceifadas todos os dias. Para completar o cenário desesperador, em Brasília as reformas  trabalhista, previdenciária e administrativa  irão atingir em cheio os trabalhadores brasileiros que pagarão caro uma conta que não fizeram, enquanto os canalhas que se apoderam de tudo deste país, continuarão a navegar em águas mansas, e para o povo restará a pecha de um nação de velhos mendigos.