Incêndio deixa quatro pessoas mortas na noite deste domingo em Bezerros

Um incêndio foi a causa da morte de quatro pessoas em uma mesma casa na noite deste domingo (31) em Bezerros. De acordo com informações da Polícia Militar que chegou de imediato ao local, era por volta das 23h30 quando vizinhos deram conta que uma casa na Travessa Evaristo Veiga, centro, estava pegando fogo.

As vítimas foram um casal de 26 e 24 anos e duas crianças, uma de dois anos e outra de apenas três meses de vida que ainda chegaram a ser socorridas, mas não resistiram.

Policiais militares ao chegar na residência se depararam com muita fumaça e conseguiram arrombar a porta, mas o fogo já havia consumido boa parte da casa. Segundo os bombeiros, há a possibilidade do incêndio ter se iniciado no quarto onde dormiam as crianças, mas só a perícia poderá esclarecer de fato.

Nesta segunda-feira vamos trazer mais novidades dessa tragédia.

Prefeituras serão penalizadas caso não se adequem a nova reforma da Previdência

Os Estados e municípios tem até o dia 31 de julho para poder se adequarem ao novo sistema previdenciário após a reforma promulgada pelo Congresso Nacional. A medida está em vigor deste dezembro do ano passado. Com o prazo chegando ao limite, quem não seguir a regra, será penalizado, podendo perder, inclusive, repasses voluntários da União.

Vários dispositivos da reforma da Previdência já se aplicam a estados e municípios, como a criação de um regime de previdência complementar em dois anos, a adequação das alíquotas de contribuição e do órgão gestor do regime de aposentadorias.

As alterações nas respectivas leis para adequação da reforma da Previdência devem ser aprovadas por estados e municípios até 31 de julho. Após essa data, os entes terão até 90 dias pra implementá-las. Com a mudança, os entes terão de subir para, no mínimo, 14% a alíquota previdenciária, sem a obrigação de adotar a tabela progressiva que vale para os servidores da União.

Se as leis não forem aprovadas e implementadas, os estados e municípios ficam sem o chamado “certificado de regularidade previdenciária” e ficam sem transferências voluntárias de recursos pela União (exceção de FPM e FPE, que são obrigatórias e concentram a maior parte dos repasses aos entes). Sem o certificado, estados e municípios também não conseguem aval do Tesouro Nacional para a tomada de empréstimos.

Informações do G1