O Sabadão – Distanciamento social e distanciamento de Deus

Por Sérgio Leão

Não sendo eu nem um exemplo de santidade, porém escrevendo muitas vezes nesta coluna sobre as questões divinas, para comparar o atual momento que vivemos com o que está escrito, pode ser que alguém ache que estou sendo hipócrita, mas eu explico: se no pior momento da humanidade neste século, não buscarmos no Divino uma saída, como poderemos encontrá-la, afinal a ciência está diante de um grande desafio, até agora vencido pelo inimigo invisível. Assim, não temos caminhos a seguir rapidamente na Terra, em busca da solução contra a COVID 19, que já levou mais de meio milhão de pessoas! As medidas limitadoras que temos e mãos, são insuficientes para nos  protegermos, mesmo mantendo a distância com os nossos convivas, pois esbarramos nas pessoas desobedientes e também nas pessoas que têm extrema necessidade de saírem de suas casas para conseguirem a sobrevivência e ainda os que estão na linha de frente nesta luta desigual, já que as nossa armas são infinitamente limitadas diante da pandemia que assombra o planeta em todos os sentidos Some-se a estas dificuldades, a criminosa omissão da verdade por parte de órgãos de imprensa, visivelmente envolvidos na canalhice nacional, os sucateados hospitais do país, a carência absurda de requisitos e insumos médicos para salvar vidas e tantas outras mazelas próprias de um Brasil que se habituou a tudo que há de pior na história da humanidade.

Com o fracasso do distanciamento social, em virtude de vários fatores sociais, além dos citados no paragrafo anterior, resta-nos a esperança no também invisível Criador de tudo, Deus! Mormente, seria a única solução, entretanto, mesmo com a demonstração da nossa incapacidade e da nossa insignificância, está definitivamente constatado que a humanidade não saiu do lugar que ocupa, onde reina o materialismo em detrimento de uma espiritualidade exigível em ocasiões funestas como a que ora passamos. Nem a proximidade da morte de milhões de viventes, tem sido motivo para cada um se olhar no espelho da vida e entender que no próximo segundo poderemos estar entubados em uma UTI e depois sermos jogados em valas comuns sem termos nem ao menos o direito de um sepultamento com os nossos familiares presentes. Desta forma vamos seguindo a linha errônea, e caso não soframos uma grande metamorfose mundial, em breve sentiremos o quão amargo é o destino do caminho, por nós seguido, através de uma infinidade de atos maliciosos e infiéis, que certamente nos fará padecer, diante da séria advertência, de como Deus é fundamental para enfrentarmos a crise que passamos, como bem disse o profeta Jeremias, ao escrever sobre o distanciamento de Deus.

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